É da Tua Falta que Nasce algo Sutil

É da tua falta que nasce algo sutil Quem tem tudo, não vaga...! Porque é da falta que nasce algo tão sutil, Que a percepção demora a entender, No sentido de razão. Sutil demais para ser percebido no coração, E no tempo que não volta jamais! D oce e o amargo que lá ficam em segredo, Para que a vida tenha essa simplicidade a mais! Falo de mim. Falo do que posso intuir de você...! Falo de quando fico perdido, Sem a sutileza de te entender! O que tanto procura, e o que te falta? Que percepção do amor traz esse incômodo...?! Poema pela praia é como te vejo: Sem querer, sem perceber esse desejo que mata! De Magela/Carmem Teresa Elias