Das Histórias de família, conta-se na minha a de um famoso leque de marfim e plumas com o qual uma antepassada foi ao último baile do Império, na ilha Fiscal. O objeto, que nunca vi, tornou-se lendário na minha infância. ‘Quem afinal herdou o leque?’ era o que a menina curiosa que sou (ainda) queria desvendar. Não sabemos. Tivemos na família viscondes e viscondessas, cujos retratos pintados estão até hoje em museus e igrejas do Rio e de Petrópolis. Lembrei-me do leque ao assistir à ópera Tosca no Teatro Municipal de São Paulo. Na peça, um leque é o objeto-armadilha que instiga uma falsa traição, armada para causar ciúmes e delatar o paradeiro secreto de um procurado. Há semelhanças entre o leque em Tosca e o lenço roubado em Othelo de Shakespeare. Simples objetos femininos, fáceis de serem esquecidos, achados, perdidos, porém capazes de serem manipulados para despertar ciúmes e culminar nas tragédias e mortes literárias. Simples objetos para deflagrar temas universais ...
ResponderExcluirLa Nochebuena se va acercando, tan sólo nos separa unas horas de uno de los días más entrañables del año.
Ella nos deparará la ilusión, comprensión y el amor necesario para continuar siendo tolerantes.
Esta noche, la mesa va a estar vestida con velas de esperanza y armonía, para caer cautivos de la magia navideña.
Te dejo mi modesta invitación... Para que me acompañes en esta cálida cena...
La sencillez en mi presencia te espera en el **hall principal** , para darte un entrañable abrazo de bienvenida.
Siempre agradecida, tú amiga...
María del Carmen